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06/08/2020 Marketing digital

Google Page Experience e o seu site

O Google já anunciou, mas só em 2021 vai implementar a atualização do seu algoritmo, chamada de Google Page Experience. E, como toda atualização de algoritmo, o ranqueamento dos sites tendem a ser afetados

Isso pode ser problemático para páginas que ocupam boas posições nos resultados de busca e uma oportunidade para outras páginas darem um pulo do gato e se aproveitar da mudança.

Mas para isso, é preciso conhecer o Google Page Experience, o que ele propõe e como isso pode afetar o seu site. Siga a leitura.

Aposta no UX Design

UX ou User Experience (experiência do usuário) é a base do Google Page Experience. A partir da atualização, serão mais bem ranqueadas as páginas que tiverem layout que favoreça a experiência de navegação do usuário, sendo mais amigável para o consumo do conteúdo.

Isso quer dizer que os layouts dos sites precisam ser analisados para ver se se encaixam nas novas diretrizes do algoritmo do Google. A não adequação pode trazer grandes alterações para as metas de tráfego do site.

Ao apostar no UX Design, o Google dá um excelente recado ao mercado: sites precisam ser desenvolvidos por profissionais que tenham conhecimento em design e desenvolvimento web para que as páginas sejam bem aproveitadas nas estratégias do marketing digital.

Entenda o Google Page Experience

A atualização do algoritmo trará três novas métricas focadas na construção da página e da interação do usuário. Elas representam três pilares: carregamento, interatividade e estabilidade visual. Vamos detalhar a seguir:

  • Maior exibição de conteúdo: o algoritmo avalia o desempenho do carregamento do conteúdo principal da página. Em inglês, essa métrica é chamada de LCP (Largest Contentful Paint), e o score pretendido é do carregamento do conteúdo nos primeiros 2,5 segundos. Em outras palavras, é um site que vai direto ao ponto, carregando em primeiro lugar o elemento que trouxe o usuário àquela página, e não elementos do layout.
  • Melhor resposta a comandos: em inglês é o FID (First Input Delay) e diz respeito ao tempo de resposta a algum comando (latência) do usuário na página, como apertar um botão. A rapidez será privilegiada no resultado de buscas, com o score otimizado sendo em até 100 milissegundos. Isso coloca a interação do usuário com a página como uma das bases para o SEO.
  • Estabilidade do layout: a ideia é que os elementos do layout permaneçam no mesmo lugar enquanto são carregados. Quanto mais mudanças ocorrerem nesse processo, pior será a classificação do site. Em inglês, chamamos de CLS (Cumulative Layout Shift), e o parâmetro para um bom resultado é a nota 0,1, atribuída pelo próprio algoritmo.

Como fica o seu site?

Quando a alteração do algoritmo começar a funcionar e os resultados das buscas forem alterados, teremos a dimensão do que o Google Page Experience representa para o SEO e o tráfego nos sites.

O certo é que quem depende do tráfego para gerar negócios já está trabalhando para atualizar seus sites nesses novos parâmetros. O UX está em uma tendência de alta e propor a melhor experiência de navegação aos usuários também está nos objetivos do Google.

Essas mudanças são cumulativas. Continuam valendo como parâmetro para o SEO o certificado SSL (que cria o HTTPS), a compatibilidade do layout com o mobile, a navegação segura e a ausência de elementos intrusivos que atrapalham a experiência de navegação.

É um bom desafio para o seu site para se manter relevante, com um tráfego robusto e proporcionando uma experiência de navegação interessante para seus visitantes, leads e clientes. Que tal já começar a fazer essa revisão? Entre em contato para analisarmos seu site e fazer os ajustes necessários.

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Postado por:
Flávia da Fonte